domingo, 20 de maio de 2012

Termodinâmica

Mistura de gases perfeitos: é  a reunião de dois ou mais gases, de modo que não ocorram reações entre suas partículas, em um único recipiente.


A fórmula utilizada é:


Bem, o mais comum é usar até o gás dois, mas caso seja três ou mais gases soma do mesmo jeito.


Pressão de um gás: depende da natureza do gás.
                Por exemplo: se for o hidrogênio, tem que saber a massa e a velocidade das moléculas.
Fórmula na página 102 do livro.
Obsevação:  O  símbolo tipo um "u" é igual a densidade volumétrica, ou seja, Massa/Volume.


Energia cinética dos gases: não depende da natureza do gás.
      É igual a energia interna de uma um gás.


Fórmula na página 103 do livro.


Velocidade média por molécula: depende da natureza do gás.


Fórmula está na página 103 do livro.
Observação: Pega a fórmula da temperatura e isola o v² que irá dar a fórmula.
                                           
Vai ficar assim:        v² = 3RT / M


Energia cinética média por molécula: não depende da natureza do gás.


Fórmula na página 105 do livro.


Observação: gases diferentes à mesma temperatura possuem a mesma energia cinética por molécula.


Recomendo os exercícios: 32 ao 43. Nas páginas 107 e 108, para poder fixar a matéria e as fórmulas.
 Cuidado, pois a fórmula de mistura dos gases também aparecerá nos exercícios.


1) Termodinâmica: é a parte da física que estuda a transformação da energia cinética (movimento) em energia térmica (calor).


a) Trabalho: é a relação existente entre a intensidade da força (F) e o deslocamento ocorrido (d).
                
             Fórmula:   t  = Fd


Na expansão, t > 0 , ou seja, o gás realiza trabalho.
Na compressão, t < 0 , ou seja, o gás recebe trabalho.

Observação: coloquei trabalho, pois é a única grandeza física que pode dar um pouco de dúvida. :D


2) Lei zero da Termodinâmica: quando dois elementos estão em equilíbrio térmico e ainda procuram ficar em equilíbrio com um terceiro.
     Exemplo: A e B estão em equilíbrio térmico, ai de repente aparece o C. Quando esses três entrarem em equilíbrio térmico, então terá ocorrido a lei zero da termodinâmica.

3) Primeira lei da termodinâmica: a variação da energia interna(U) de um gás é dada pela diferença (-) entre a quantidade de calor (Q) trocada com o meio exterior e o trabalho (t ) realizado pelo gás.
Fómula na página 116.

4) Transformações adiabáticas: não troca de calor entre o sistema e o meio externo.
         Como não há troca de calor então o Q = 0.     (Página 119)

5) Transformações termodinâmicas dos gases:

a) Transformações isotérmicas: quando a variação de energia interna é igual a zero, ou seja, a quantidade calor (Q) é igual a trabalho ( t  ).    (Página 117)

b) Transformações isovolumétricas: quando o trabalho é igual a zero, ou seja, a variação de energia interna (U) é igual a quantidade calor (Q).  (Página 117)

c) Transformações isobáricas: quando o trabalho é igual a pressão (p) e a variação de volume ( ΔU).

Observação: Vai lá na página 129 e olha o gráfico do exercício 31. Quando o gráfico gira no sentido horário (como é o caso do exercício), há conversão de calor em trabalho.
Quando o gráfico gira no sentido anti-horários, há conversão de trabalho em calor.

6) Segunda lei da termodinâmica: Essa lei é muito aplicada nas máquinas, pois para que uma máquina consiga transformar calor em trabalho de modo contínuo, deve-se operar um ciclo entre duas fontes, uma quente e outra fria, retira calor da fonte quente, converte uma parte em trabalho (sentido horário) e o restante rejeita para a fonte fria.

Fórmula na página 134.

Recomendo: fazer  todos os exercícios possíveis que você conseguir.

Observação: Decorem o gráfico da página 136 ou pelo menos tentem entendê-lo.


Qualquer dúvida é só postar no meu mural do Facebook ou mandar um e-mail para: cmbduvidas@hotmail.com

Estudo dos gases

O gás é um fluído que sofre grandes variações de volume quando submetido a determinadas pressões.


1) Gás ideal ou perfeito: é o gás cujo o volume é igual ao recipiente que o contêm. 
 Não há forças coesivas entre suas moléculas.

2) Variáveis de estado de um gás: são aquelas que fazem o gás mudar de estado físico.
             Exemplo: Volume, temperatura e pressão


Observação: para um gás mudar de fase ele precisa que ocorra a mudança de duas dessas variáveis.


3) Temperatura: é uma grandeza física relacionada a energia cinética dos gases.
         Nesse conteúdo a temperatura sempre tem que ser medida na escala Kelvin.


4) Volume: corresponde a capacidade do recipiente.
        Nesse conteúdo é muito comum encontrar em litros (L) ou metros cúbicos (m³).


            Exemplo:         1L = 1 dm³ = 0,001 m³
                                   1m³ = 10³ L


5) Pressão: razão entre a intensidade da força (F) e área (A) em que ela é aplicada.


                           P = F / A


Está relacionada a dois fatores: a) Quantidade de moléculas do gás;
                                                 b) Intensidade da força resultante.

6) Equação geral dos gases:



                 
7) Transformação Isotérmica: quando a temperatura é contante.       T¹ = T²




(Observe o gráfico)
Quando a transformação é isotérmica quanto maior a pressão, menor é o volume e vice- versa. Vejam que quando está em p¹ o volume é pequeno e quando está em p² o volume é grande.


 O elemento que possui maior temperatura é o elemento A e o que possui menor temperatura é o elemento C.


O gráfico dessa transformação será uma hipérbole, onde vai aparecer o volume x pressão.


8) Transformação Isocórica: volume não vária, é constante.      V¹ = V²


Considere : Pf  = P² e  Tf como T² .
                                                                        Pi = P¹ e  Ti = T¹.
(Observe o gráfico).
Quando a transformação é isobárica, quanto maior a pressão maior será a temperatura.
Vejam que no P² a pressão é maior e a temperatura T² também.

O  elemento P² possui maior volume.

O gráfico dessa transformação será uma reta, onde pressão x temperatura irão aparecer.

9) Transformação Isobárica: a pressão não varia.         P¹ = P²


(Observe o gráfico).
Quando a transformação é isobárica, quanto maior for o volume, maior será a temperatura. Veja que V² tem um grande volume e sua temperatura também o acompanha.

A pressão em V² é menor do que a pressão em V¹.

O gráfico dessa transformação será uma reta, onde irá aparecer volume x temperatura.


Recapitulando:  O gás para mudar de fase precisa que 2 variáveis (pressão,volume ou temperatura) mudem.
          Transformação isotérmica: o gráfico é uma hipérbole e a temperatura é constante.
          Transformação isocórica: o gráfico é uma reta e o volume não varia.
          Transformação isobárica: o gráfico é uma reta e a pressão não muda.

Observação: Nos exercícios a forma da reta das transformações isobárica e isocórica não irão aparecer como essas mostradas a cima. Umas irão estar descendo, outras na horizontal ou na vertical, mas se você olhar e perceber que é uma reta, então será uma dessas duas.

10) Equação de Clapeyron: 



P = pressão.
V = volume.
n =  número de mols.
R = constante universal dos gases.
T = temperatura na escala Kelvin.


Recomendo os exercícios: Página 98 toda. Para fixar essa matéria.

Estou matéria não caíra na VI e nem na AE desse bimestre, mas estou postando para a pessoas terem uma base quando eu começar a postar a matéria de Termodinâmica. 
Com relação as dúvidas só posta no meu mural do Facebook ou mandar um e-mail para: cmbduvidas@hotmail.com.
                       







       

domingo, 6 de maio de 2012

Consciência




1) Na Grécia Antiga consciência significava COM CIÊNCIA, traduzindo: SABER.

2) Atividade mental que permite ao homem saber que sabe. ( Refletir)

Exemplo:  Saber: animal,quando está com sede, bebe água por instinto.
       Saber que sabe: o homem, quando está com sede, pode escolher entre o refrigerante, a água e o suco.

3) Não é algo estático, mas sim um sistema aberto que permite ao homem se relacionar consigo e com os outros.

4) Há dois tipos de consciência:
         a) Consciência de si: é a concentração da consciência nos estados internos do sujeito. Alcança a interioridade. Exige reflexão.
                           Exemplo: Personalidade, religião, gostos, segredos,etc.

É caso das tribos: nerd e emo, cada um possui suas crenças, gostos, segredos e personalidade.

  Dica: Consciência de si é algo que pertence a você, mas que antes de está ai, passou por um pensamento, uma reflexão e uma crítica. Exemplo mais claro é o da personalidade.

         b) Consciência do outro: é a concentração da consciência nos objetos externos ao sujeito. Alcança a alteridade e exige a atenção do sujeito.

5) Consciência Crítica: Consciência de si + Consciência do Outro.

Observação: PARA MIM, consciência do outro é a consciência de si, mas só que de outra pessoa e quando estas se encontram acontece a formação de uma opinião/crítica.

6) Modos da consciência: maneira como o homem se conhece e conhece o mundo.
                          a) Consciência Mítica: é a consciência que predominava nas sociedades tribais e influenciou as sociedades antigas. (Sociedade Ocidental).
                          Exemplo: Mito de Pandora e o Mito da Medusa.

   - Para o senso comum o mito é visto como uma mentira,fábula, crendices e um pensamento inferior.
                  Mito: Verdade x  Mentira.
                              Homem moderno: noção de verdade (correspondencial).
                              Juízo: corresponde ao "real".

1.a) Noção de verdade compreensiva da natureza:  Quando o sujeito possui emoções,medos,desejos e isso tudo responde aos questionamentos feitos por ele.
                    a) Fundamentada: na emoção e na afetividade.

2.a) Características do mito: a) Função: de explicar a realidade
                                         b) Usa elementos sobrenaturais.
                                         c) Papel pedagógico ( transmite valores, princípios e tradições.)
                                         d) Presença de rituais.
                                         e) Mistérios.

3.a) Há mito hoje?
             Para Augusto Comte: a ciência é a única forma válida de explicar o real. E isso criou um mito chamado Cienticismo.
                               Exemplo de mito nos dias de hoje:
  1) Políticos, Artistas e Esportistas: a maioria das pessoas acha que só assim poderá ter sucesso.

  2) Oposição entre o Bem x Mal:  visão maniqueísta do mundo, no caso as revistas em quadrinhos
 (X-men, Anime,Vingadores etc.)

Visão maniqueísta: é uma forma de pensar simplista em que o mundo é visto como que dividido em dois: o do Bem e o do Mal. A simplificação é uma forma primária do pensamento que reduz os fenômenos humanos a uma relação de causa e efeito, certo e errado, isso ou aquilo, é ou não é. A simplificação é entendida como forma deficiente de pensar, nasce da intolerância ou desconhecimento em relação a verdade do outro e da pressa de entender e reagir ao que lhe apresenta como complexo.
                                 

  3) Rituais: do casamento ( lua de mel), do nascimento e da morte.

b) Consciência religiosa: compartilha com a consciência mítica um elemento sobrenatural.
                        Exemplo: Deus (es).
Difere da consciência mítica, pois já debateu e conviveu com a consciência racional.

1.b) Crenças: são baseadas na Fé e em verdades reveladas.
2.b) Instituição: corpos físicos (Igrejas, templos,etc.) e corpos não físicos (normas,dogmas e o saber do que é sagrado e profano).


c) Consciência Intuitiva: forma de saber imediato. Não é construída por argumentos nem por um pensamento rigoroso ou sistemático,  é algo que se dá por meio de experiências passadas.
                         Exemplos: Onde você vê fumaça quer dizer que ali há fogo.
                                          Se você vê uma ambulância com a sirene ligada você sabe que alguém sofreu um acidente.


d) Consciência Racional:  busca compreender a realidade por meio de princípios estabelecidos pela razão.
                       Exemplo: é o caso da Ação e Reação/ Tudo que vai volta.

Busca adequar o pensamento e a realidade, e é compartilhada tanto pela ciência como pela filosofia.


Dica: toda vez que for falado de consciência racional, lembrar sempre da mesa de ping pong.



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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Oração Subordinada Adjetiva

Definição: São introduzidas por pronomes relativos e exercem a função de Adjunto Adnominal.
                                O pronome relativo pode ser substituído por O QUAL.

1) Oração Subordinada Adjetiva Explicativa: acrescentam uma informação que já é conhecida do sujeito. Há presença de vírgulas.

                  Exemplo:    Tio Cosme,que era advogado, confiava-lhe a cópia de papéis de autos.

Tio Cosme confiava-lhe a cópia de papéis de autos: Oração Principal
que era advogado: Oração Subordinada Adjetiva Explicativa.

Observe: a oração vem com vírgulas.

2) Oração Subordinada Adjetiva Restritiva: acrescenta uma informação essencial na compreensão do período.
Limita, específica. Não tem vírgulas.

                  Exemplo: O ônibus que é amarelo lembra transporte escolar.

O ônibus lembra transporte escolar: Oração Principal.
que é amarelo: Oração Subordinada Adjetiva Restritiva.


Pergunta: O que acontecerá se acrescentar a vírgula ou tirá-la?
       Resposta: Bem, se acrescentar ou tirar a vírgula o significado do período vai mudar. Exemplo:
 
                              "A mulher, que é independente, não fica com qualquer homem."

Com a presença da vírgula indica que são todas as mulheres que não ficam com qualquer homem, mas se não tivesse a vírgula a oração iria restringir/limitar quais eram as mulheres que não ficavam com homem qualquer.
Ou seja, a oração subordinada adjetiva iria mudar a sua classificação ao colocar e ao retirar a vírgula.





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Orações Subordinadas Substantivas [2º parte]

1) Oração Subordinada Substantiva Apositiva: são aquelas que exercem a função de aposto.
                   
                 Estrutura: Sujeito + Verbo + Nome + Oração Apositiva.
         
                 Exemplo: Todos defendiam esta ideia: que o prédio fosse desapropriado.

Todos defendiam esta ideia: Oração principal.
que o prédio fosse desapropriado: Oração Subordinada Substantiva Apositiva.

                  Todos: Sujeito             Defendiam:  Verbo            Esta ideia: Nome.

Observação: A oração Oração Subordinada Substantiva Apositiva na maioria das vezes tem os dois pontos
( : ).

2) Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta:  são aquelas que exercem a função de objeto indireto.

               Estrutura: Sujeito + Verbo (VTI) + Oração Obj. Indireta
   
               Exemplo: Não me esqueço de que estava doente semana passada.

Não me esqueço: Oração principal.
de que estava doente: Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta.

                     Eu: Sujeito      Esqueço: Verbo (VTI)

3) Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal: exerce a função de complemento nominal.

               Estrutura:  Sujeito + Verbo + Nome + Oração Completiva nominal

               Exemplo:  Ela tem mania de que alho faz bem a saúde!

Ela tem mania: Oração Principal.
de que alho faz bem a saúde! :  Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal.

                           Ela: Sujeito       Tem: Verbo       Mania: Nome  

Pergunta: Porque é Completiva Nominal?
               Resposta: Simples, o complemento nominal completa o significado de um nome, então pegando o exemplo da frase   "Ela tem mania." , bem todo mundo tem um tipo de mania, eu tenho, você tem, etc.
                      Então para não ficar confuso precisa-se dizer qual é o tipo de mania que a garota tem, aí aparece o complemento nominal: "de que alho faz bem a saúde!".

Dica: Os verbos das Orações Completivas e Objetivas Indiretas sempre exigem a preposição DE, então quando aparecer o DE só pode ser uma dessas duas. E para ficar mais fácil, quando aparecer um nome depois do verbo e a oração subordinada começar com DE essa oração vai ser de cara Completiva Nominal.

4) Oração Subordinada Substantiva Predicativa: exerce a função de PREDICATIVO, e não, de PREDICADO.

                 Estrutura: Sujeito + Verbo de Ligação + Oração Predicativa.

                 Exemplo: A verdade é que Maria não gosta de doces.

A verdade é : Oração Principal
que Maria não gosta de doces: Oração Subordinada Substantiva Predicativa.

                                     A verdade: Sujeito                 É: Verbo de ligação      

Dica: Todas vez que aparecer verbo de ligação a subordinada ou vai ser predicativa ou subjetiva.


Pergunta: E como eu faço para facilitar mais ainda?
           Resposta: Se aparecer alguma coisa antes do verbo de ligação, então a oração subordinada que virá é Predicativa.
                     Se aparecer alguma coisa depois do verbo de ligação, então a oração subordinada que virá é SUBJETIVA.



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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Orações Subordinadas Substantivas! [1º parte]

1) Definição de orações subordinadas: As orações subordinadas classificam-se em Substantivas, Adverbiais e Adjetivas, porque as funções que desempenham são comparáveis ao de substantivo, advérbio e adjetivo.

2) Orações Subordinadas Substantivas: São classificadas assim,pois exercem função de substantivo ou dão sentido a oração principal pelo fato de ela ser incompleta sintaticamente (sem sentido).

 2.1) Normalmente são introduzidas por Conjunções Integrantes: QUE e SE.

a) Orações Subordinadas Substantivas Subjetivas: exercem a função de sujeito da oração.
                                Há três formas de encontrar a subjetiva:

Forma 1:  Verbo de Ligação + Predicativo + Sujeito


            Exemplo: Foi muito importante / que você participasse da reunião.

Foi muito importante: Oração Principal.
que você participasse da reunião: Subordinada Substantiva Subjetiva.

Foi: Verbo de ligação;          Muito Importante: Predicativo      Sujeito: Subordinada Substantiva Subjetiva.

Forma 2 : Verbo na voz passiva +  Sujeito

            Exemplo: Em junho, já estava decidido / que a empresa seria fechada.

 Em junho, já estava decidido: Oração Principal.
 que a empresa seria fechada: Subordinada Substantiva Subjetiva.

Estava decidido: locução verbal com verbo principal na voz passiva.
Subordinada Substantiva Subjetiva: sujeito.

Forma 3: Verbo unipessoais + Sujeito.

          Exemplo: Nunca nos interessou / que ele nos apoiasse.

Nunca nos interessou: Oração Principal.
que ele nos apoiasse: Subordinada Substantiva Subjetiva.

Observação: Verbos unipessoais são verbos que ocorrem na 3º pessoa do singular. Os mais comuns são: Convir, Constar, Importar, Interessar, Parecer e Suceder.

b) Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta: exercem a função de objeto direto da oração principal.

Estrutura: Sujeito + Verbo (VTD) + Objeto direto

Exemplo: Você finalmente revelou / que é dedicado.

Você finalmente revelou: Oração principal.
 que é dedicado:  Subordinada Substantiva Objetiva Direta.

Revelou: verbo (VTD)         Sujeito: Você             Objeto direto: que é dedicado.





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Período, oração e frase

1) Período: começa com letra maiúscula, termina com ponto final e possui sentido completo. 
            Exemplo: A novela tem muitos atores.

Observação: Possui verbo.

2) Frase: começa com letra maiúscula, termina com ponto final  e possui sentido incompleto. Não precisa necessariamente de verbo.
           Exemplo: O céu é bonito!
                           Socorro!
                           Fogo!

Observação: Todo período é uma frase, mas nem toda frase é um período.

3) Oração: Não termina necessariamente com ponto final. Tem que ter verbo.
           Exemplo: Deus é demais!
                          João conversa enquanto Lucas está comento.


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